O coração espiritual não é lugar de descargas emocionais.
Pelo contrário, é o lar do habitante sutil. É a casa secreta do espírito.
No entanto, há muito tempo o ser humano vem conspurcando esse templo interno.
E, ao submeter-se à influência de suas emoções densas, ele permite que outras consciências, extrafísicas, também carentes de sentimentos nobres, se conectem às suas energias, instalando em sua aura*, então, os processos de vampirismo psíquico.
Urge que o habitante terrícola exonere-se das emoções conflitantes de sua vida.
Pois, sem equilíbrio emocional, o coração do homem se torna “terra de ninguém”.
Mais do que nunca, é essencial meditar nos ensinamentos do meigo Jesus, que exaltava aos homens o cuidado com a qualidade de seus pensamentos e ações.
Não foi à toa que Ele disse, “orai e vigiai!”
Orar é conectar-se ao Alto, em espírito e verdade.
E vigiar significa manter a casa mental em ordem e o coração limpo.
O homem é muito mais do que pensa. É espírito. É centelha divina na carne.
E há um tesouro de luz em seu Ser.
Portanto, urge que cada um descerre o véu do mistério que encobre a riqueza que o Grande Arquiteto Do Universo deixou em seu coração.
Que o Amor dissolva as brumas das ilusões. E que a consciência desperte!
Porque o coração não é lugar de coisas ruins. Não, não!
É o centro do espírito. E é o lar da Luz.
Paz e Luz.
- Ramael -
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – São Paulo, 12 de agosto de 2010.)
A voz dos animais...
São tantos deuses, são tantas crenças,
Tantos caminhos, tão sinuosos,
Mas só a arte de ser bondosos
É que nos falta em nosso planeta.
Eu sou a voz dos que não têm voz;
Por mim os mudos hão de falar;
Até o mundo tão surdo ouvir
O grito dos fracos, dos sem lugar.
Das ruas, das gaiolas, dos cercados,
Das selvas e estábulos, os gemidos
Vindos dos meus irmãos revelam o crime
Dos poderosos contra os desvalidos
É o amor a genuína religião,
E a mais sublime lei é o amor;
E o toque do tempo fará morrer
Tudo o que se criar no desamor.
Que se envergonhem as mães mortais
Que jamais pensaram em ensinar
A tristeza que há nos olhos mudos,
A tristeza que não pode falar.
Seja o pardal, homem — rei —que seja
Foram criados por um poder apenas;
O deus do todo, alma viva concedeu
A tudo o que tem pelo e que tem penas
E sou o protetor do meu irmão,
E seu combate, este eu vou travar;
De bicho e ave, as palavras eu direi
Até que o mundo venha a se aprumar.
Sim, somos a voz dos que não têm voz;
Por nós, os mudos hão de falar;
Até o mundo tão surdo ouvir
O grito dos fracos, dos sem lugar.
Obrigado.(Ella Wheeler Wilcox)
Tantos caminhos, tão sinuosos,
Mas só a arte de ser bondosos
É que nos falta em nosso planeta.
Eu sou a voz dos que não têm voz;
Por mim os mudos hão de falar;
Até o mundo tão surdo ouvir
O grito dos fracos, dos sem lugar.
Das ruas, das gaiolas, dos cercados,
Das selvas e estábulos, os gemidos
Vindos dos meus irmãos revelam o crime
Dos poderosos contra os desvalidos
É o amor a genuína religião,
E a mais sublime lei é o amor;
E o toque do tempo fará morrer
Tudo o que se criar no desamor.
Que se envergonhem as mães mortais
Que jamais pensaram em ensinar
A tristeza que há nos olhos mudos,
A tristeza que não pode falar.
Seja o pardal, homem — rei —que seja
Foram criados por um poder apenas;
O deus do todo, alma viva concedeu
A tudo o que tem pelo e que tem penas
E sou o protetor do meu irmão,
E seu combate, este eu vou travar;
De bicho e ave, as palavras eu direi
Até que o mundo venha a se aprumar.
Sim, somos a voz dos que não têm voz;
Por nós, os mudos hão de falar;
Até o mundo tão surdo ouvir
O grito dos fracos, dos sem lugar.
Obrigado.(Ella Wheeler Wilcox)
NEM LUTO, NEM DRAMAS... SÓ ESTRELAS!
(Quando o Amor faz a dor ir embora...)
Ah, meu amigo!
Ninguém morre...
É só a vida que sorri em outro plano.
Os sentidos do corpo não registram quase nada.
Muito menos a totalidade do universo e seus desdobramentos.
Há coisas que não se vêem, só se sentem...
O Invisível é tão real quanto o visível.
Mas só o coração é que sabe disso.
Por isso, ele compreende o mistério...
Há canções que não se escutam com os ouvidos.
E toques que não são físicos.
Ah, quem é capaz de medir ou pesar um sentimento?
Muitos sentem saudades e vão aos cemitérios.
Mas há outros que olham para cima...
Porque sentem que o lar espiritual é o mesmo das estrelas.
Alguns olham fotos e choram, por um passado que não volta.
No entanto, outros olham para frente, e seguem...
Porque eles sentem algo a mais...
Ah, isso não se explica...
Porque é toque do Invisível no coração.
E faz olhar para cima, com os olhos brilhando.
Saudade não tem idade; nem nenhum espírito.
Sete palmos de terra não seguram o que é sutil.
Ah, a vida canta em tantos lugares...
E quem pode afirmar que só tem vida aqui?
O cadáver se dissolve no solo; a consciência, não.
O que é da Terra retorna para Ela; o que é das estrelas volta para elas...
A canção dos astros retumba por todas as esferas...
Mas só o coração escuta, e se encanta.
Porque, mesmo olhando para um túmulo, ele só vê estrelas.
Muitas vezes, a dor de uma perda faz tudo ficar sombrio.
Então, do Invisível descem toques sutis e amigos.
Que, de alguma maneira, sempre chegam a quem precisa.
Não são toques físicos, nem podem ser pesados ou medidos.
São como os sentimentos. Quem pode explicá-los?
Nas ondas do amor, desaparecem as tumbas, e só se vê estrelas.
E a dor se vai... E as flores ficam tão lindas.
E aí, não dá mais para colocá-las sobre uma tumba.
Dá vontade de oferecê-las para outro coração, pela vida.
Dá vontade de fazer algo bom, em homenagem a quem partiu.
E o luto se vai... Na vida, que sempre chama.
E isso não se explica, só se sente.
A vida pulsa em todos os planos...
E quem ama sabe disso.
Porque seu coração escuta o som das esferas.
Ah, meu caro!
Ninguém morre...
É só a vida que segue cantando, por aí...
Nada de tumbas ou dramas.
A vida é maior do que isso.
E sempre segue, na Terra, ou no Astral, e mais além...
(IPPB - Wagner Borges)
Ah, meu amigo!
Ninguém morre...
É só a vida que sorri em outro plano.
Os sentidos do corpo não registram quase nada.
Muito menos a totalidade do universo e seus desdobramentos.
Há coisas que não se vêem, só se sentem...
O Invisível é tão real quanto o visível.
Mas só o coração é que sabe disso.
Por isso, ele compreende o mistério...
Há canções que não se escutam com os ouvidos.
E toques que não são físicos.
Ah, quem é capaz de medir ou pesar um sentimento?
Muitos sentem saudades e vão aos cemitérios.
Mas há outros que olham para cima...
Porque sentem que o lar espiritual é o mesmo das estrelas.
Alguns olham fotos e choram, por um passado que não volta.
No entanto, outros olham para frente, e seguem...
Porque eles sentem algo a mais...
Ah, isso não se explica...
Porque é toque do Invisível no coração.
E faz olhar para cima, com os olhos brilhando.
Saudade não tem idade; nem nenhum espírito.
Sete palmos de terra não seguram o que é sutil.
Ah, a vida canta em tantos lugares...
E quem pode afirmar que só tem vida aqui?
O cadáver se dissolve no solo; a consciência, não.
O que é da Terra retorna para Ela; o que é das estrelas volta para elas...
A canção dos astros retumba por todas as esferas...
Mas só o coração escuta, e se encanta.
Porque, mesmo olhando para um túmulo, ele só vê estrelas.
Muitas vezes, a dor de uma perda faz tudo ficar sombrio.
Então, do Invisível descem toques sutis e amigos.
Que, de alguma maneira, sempre chegam a quem precisa.
Não são toques físicos, nem podem ser pesados ou medidos.
São como os sentimentos. Quem pode explicá-los?
Nas ondas do amor, desaparecem as tumbas, e só se vê estrelas.
E a dor se vai... E as flores ficam tão lindas.
E aí, não dá mais para colocá-las sobre uma tumba.
Dá vontade de oferecê-las para outro coração, pela vida.
Dá vontade de fazer algo bom, em homenagem a quem partiu.
E o luto se vai... Na vida, que sempre chama.
E isso não se explica, só se sente.
A vida pulsa em todos os planos...
E quem ama sabe disso.
Porque seu coração escuta o som das esferas.
Ah, meu caro!
Ninguém morre...
É só a vida que segue cantando, por aí...
Nada de tumbas ou dramas.
A vida é maior do que isso.
E sempre segue, na Terra, ou no Astral, e mais além...
(IPPB - Wagner Borges)
TESOUROS NO CÉU.
- Por Emmanuel -
A única propriedade real na vida é aquela dos bens ou dos males que incorporamos à própria alma.
Dos bens que constroem o paraíso da consciência feliz e dos males que levantam o purgatório do coração que escolhe os espinheiros do remorso por recursos de pavimentação do próprio caminho.
Não te agarres aos patrimônios terrestres de que fazes o usufrutuário provisório, a fim de que aprendas no serviço e na caridade a buscar, em teu benefício, a riqueza incorruptível da luz.
Basta um leve olhar pretérito para que reconheças a insânia de quantos passaram no mundo, antes de ti, senhoreando as bênçãos do solo e devorando o suor dos semelhantes, como se o tempo e o espaço lhes pertencessem.
Os museus jazem repletos das baixelas preciosas de quantos se supuseram senhores exclusivos do pão, das armas fidalgas de quantos zombaram dos direitos do próximo e da indumentária brilhante daqueles que transformaram o domínio indébito em sua feroz paixão...
Adelos e numismatas retêm consigo os remanescentes de todos os que monopolizaram a roupa devida aos nus e as moedas surrupiadas à fome e ao remédio dos infelizes...
Coleções de cinzas douradas guardam a usura e a vaidade, a mentira da bolsa estéril e o engano cruel da posse inútil.
Aproveita, desse modo, a tua hora no corpo denso e faze circular os valores da bondade no vintém que possa nutrir a paz e o reconforto, imprescindíveis ao companheiro da retaguarda, com aflições maiores que as tuas.
Recorda que, se o onzenário e o egoísta retiram o azinhavre e a solidão da sombra a que se afeiçoam, a alma fraterna e amiga extrai a esperança e a paz da claridade que veicula.
A cobiça ajunta a prata e o ouro da terra como quem amontoa pedras incendiadas sobre a própria cobiça, mas a fé que se consagra a Jesus, em se devotando à alegria e à felicidade dos outros, amealha para si mesma, hoje e sempre, os tesouros imperecíveis do Céu.
(Recebido espiritualmente por Francisco Cândido Xavier – Texto extraído do livro “Meditações Diárias” – Editora Ide.)
A única propriedade real na vida é aquela dos bens ou dos males que incorporamos à própria alma.
Dos bens que constroem o paraíso da consciência feliz e dos males que levantam o purgatório do coração que escolhe os espinheiros do remorso por recursos de pavimentação do próprio caminho.
Não te agarres aos patrimônios terrestres de que fazes o usufrutuário provisório, a fim de que aprendas no serviço e na caridade a buscar, em teu benefício, a riqueza incorruptível da luz.
Basta um leve olhar pretérito para que reconheças a insânia de quantos passaram no mundo, antes de ti, senhoreando as bênçãos do solo e devorando o suor dos semelhantes, como se o tempo e o espaço lhes pertencessem.
Os museus jazem repletos das baixelas preciosas de quantos se supuseram senhores exclusivos do pão, das armas fidalgas de quantos zombaram dos direitos do próximo e da indumentária brilhante daqueles que transformaram o domínio indébito em sua feroz paixão...
Adelos e numismatas retêm consigo os remanescentes de todos os que monopolizaram a roupa devida aos nus e as moedas surrupiadas à fome e ao remédio dos infelizes...
Coleções de cinzas douradas guardam a usura e a vaidade, a mentira da bolsa estéril e o engano cruel da posse inútil.
Aproveita, desse modo, a tua hora no corpo denso e faze circular os valores da bondade no vintém que possa nutrir a paz e o reconforto, imprescindíveis ao companheiro da retaguarda, com aflições maiores que as tuas.
Recorda que, se o onzenário e o egoísta retiram o azinhavre e a solidão da sombra a que se afeiçoam, a alma fraterna e amiga extrai a esperança e a paz da claridade que veicula.
A cobiça ajunta a prata e o ouro da terra como quem amontoa pedras incendiadas sobre a própria cobiça, mas a fé que se consagra a Jesus, em se devotando à alegria e à felicidade dos outros, amealha para si mesma, hoje e sempre, os tesouros imperecíveis do Céu.
(Recebido espiritualmente por Francisco Cândido Xavier – Texto extraído do livro “Meditações Diárias” – Editora Ide.)
O TEMPO.
Ao passar os olhos pelas folhas do LIVRO INTERIOR, busquei a palavra TEMPO.
- Quem és tu? Por que nos prendes!
O GRANDE LIVRO respondeu:
- Existem tantos TEMPOS quantos degraus evolutivos.
"Olha a pedra. Seu TEMPO é só desintegração.
"Olha a flor. Seu TEMPO é um contínuo presente.
"Olha o homem primitivo. Seu TEMPO foi a sobrevivência.
"Olha a criança. Seu TEMPO é tão vertiginoso e fugaz quanto a intensidade de seus brinquedos.
"Olha o ancião. Seu TEMPO é espera.
"Olha o sábio. Seu TEMPO é marcado pelos astros.
"Olha o homem do futuro. Seu TEMPO é um acúmulo de informações.
"Olha Deus. Ele É.
"Olha a morte. Para ela o TEMPO é o fim de uma ilusão.
“E, agora, olha para ti mesmo. Não seria teu TEMPO uma oportunidade? "
(Texto extraído do excelente livro “A Outra Margem” – do jornalista, pesquisador e escritor espanhol J. J. Benitez – Editora Mercuryo.)
- Quem és tu? Por que nos prendes!
O GRANDE LIVRO respondeu:
- Existem tantos TEMPOS quantos degraus evolutivos.
"Olha a pedra. Seu TEMPO é só desintegração.
"Olha a flor. Seu TEMPO é um contínuo presente.
"Olha o homem primitivo. Seu TEMPO foi a sobrevivência.
"Olha a criança. Seu TEMPO é tão vertiginoso e fugaz quanto a intensidade de seus brinquedos.
"Olha o ancião. Seu TEMPO é espera.
"Olha o sábio. Seu TEMPO é marcado pelos astros.
"Olha o homem do futuro. Seu TEMPO é um acúmulo de informações.
"Olha Deus. Ele É.
"Olha a morte. Para ela o TEMPO é o fim de uma ilusão.
“E, agora, olha para ti mesmo. Não seria teu TEMPO uma oportunidade? "
(Texto extraído do excelente livro “A Outra Margem” – do jornalista, pesquisador e escritor espanhol J. J. Benitez – Editora Mercuryo.)
ALGO MAIS... UMA LUZ, UM AMOR – IV*
Ninguém morre.
Mas eu não posso provar isso para você.
E nem quero. Porque não precisa.
O Mestre Tempo é que lhe dará a resposta.
E ele não traz só rugas, mas, também, maturidade.
Mas há alguns que ignoram isso, e só estão envelhecendo. ..
E pior: levam isso para fora do corpo e ficam murchos no Astral.
E aí, para eles, nem sua própria morte prova que há vida além do corpo.
Porque está cheio de desencarnados negando isso.
Envelheceram, mas não amadureceram. E são teimosos demais!
Então, o Mestre Tempo também se faz necessário além...
Para amadurecer a quem não soube crescer na Terra.
É claro que tudo é relativo (santa redundância, Batman!).
E as coisas passam... Mas a experiência fica. E faz refletir.
Para alguns, essas reflexões só serão “do lado de lá”.
Contudo, para outros, essa reflexão já rola “do lado de cá” mesmo.
E isso é um processo íntimo e intransferível. E haja tempo para isso!
Porque o estado de consciência de cada um reflete bem o que se busca na vida.
E isso não pode ser comprado e nem surge do nada. É fruto do próprio esforço.
E quem poderá dar lucidez a quem quer ficar na inércia consciencial?
Viver não é só comer, beber, dormir, copular e um dia morrer sem sentido.
Não, viver é muito mais. É pensar, sentir e crescer... E se redescobrir.
Mas isso não pode ser mensurado apenas pelo intelecto e pelos sentidos do corpo.
Há coisas que só o coração é que sente. Coisas da alma. Porque há algo mais...
Um Amor. Uma Luz. E isso não se explica, só se sente...
Não, não. Eu não posso lhe provar nada. E nem precisa, ainda bem.
Porque isso é com o Mestre Tempo. E Ele vem por aí, como sempre...
“Do lado de cá”, ou “do lado de lá”, uma hora dessas tudo se aclarará.
Porque não se compra e nem se vende maturidade e consciência.
Isso é de cada um. E o que está em cada coração, só o Todo é que sabe.
E quem sou eu para lhe provar alguma coisa? Não sou mestre ou guru de nada!
E, diante do Mestre Tempo, eu sou apenas um cisco de luz no infinito.
E, com o perdão da redundância, no tempo certo Ele lhe dirá algo, isso é certo.
Enquanto isso, vamos crescendo por aqui mesmo. E depois, “do lado de lá”...
Um Amor. Uma Luz. Ah, quem precisa provar alguma coisa?
Então, é isso. Na Terra ou no Astral, seja feliz.
(Wagner Borges)
Mas eu não posso provar isso para você.
E nem quero. Porque não precisa.
O Mestre Tempo é que lhe dará a resposta.
E ele não traz só rugas, mas, também, maturidade.
Mas há alguns que ignoram isso, e só estão envelhecendo. ..
E pior: levam isso para fora do corpo e ficam murchos no Astral.
E aí, para eles, nem sua própria morte prova que há vida além do corpo.
Porque está cheio de desencarnados negando isso.
Envelheceram, mas não amadureceram. E são teimosos demais!
Então, o Mestre Tempo também se faz necessário além...
Para amadurecer a quem não soube crescer na Terra.
É claro que tudo é relativo (santa redundância, Batman!).
E as coisas passam... Mas a experiência fica. E faz refletir.
Para alguns, essas reflexões só serão “do lado de lá”.
Contudo, para outros, essa reflexão já rola “do lado de cá” mesmo.
E isso é um processo íntimo e intransferível. E haja tempo para isso!
Porque o estado de consciência de cada um reflete bem o que se busca na vida.
E isso não pode ser comprado e nem surge do nada. É fruto do próprio esforço.
E quem poderá dar lucidez a quem quer ficar na inércia consciencial?
Viver não é só comer, beber, dormir, copular e um dia morrer sem sentido.
Não, viver é muito mais. É pensar, sentir e crescer... E se redescobrir.
Mas isso não pode ser mensurado apenas pelo intelecto e pelos sentidos do corpo.
Há coisas que só o coração é que sente. Coisas da alma. Porque há algo mais...
Um Amor. Uma Luz. E isso não se explica, só se sente...
Não, não. Eu não posso lhe provar nada. E nem precisa, ainda bem.
Porque isso é com o Mestre Tempo. E Ele vem por aí, como sempre...
“Do lado de cá”, ou “do lado de lá”, uma hora dessas tudo se aclarará.
Porque não se compra e nem se vende maturidade e consciência.
Isso é de cada um. E o que está em cada coração, só o Todo é que sabe.
E quem sou eu para lhe provar alguma coisa? Não sou mestre ou guru de nada!
E, diante do Mestre Tempo, eu sou apenas um cisco de luz no infinito.
E, com o perdão da redundância, no tempo certo Ele lhe dirá algo, isso é certo.
Enquanto isso, vamos crescendo por aqui mesmo. E depois, “do lado de lá”...
Um Amor. Uma Luz. Ah, quem precisa provar alguma coisa?
Então, é isso. Na Terra ou no Astral, seja feliz.
(Wagner Borges)
Libertando-se da ilusão aparente...
"O ser humano vivência a si mesmo, seus pensamentos como algo separado do
resto do universo numa espécie de ilusão de ótica de sua consciência.
resto do universo numa espécie de ilusão de ótica de sua consciência.
E essa ilusão é uma espécie de prisão que nos restringe a nossos desejos pessoais,
conceitos e ao afeto por pessoas mais próximas.
Nossa principal tarefa é a de nos livrarmos dessa prisão, ampliando o nosso círculo
de compaixão, para que ele abranja todos os seres vivos e toda a natureza em sua beleza.
Ninguém conseguirá alcançar completamente esse objetivo, mas lutar pela sua
realização já é por si só parte de nossa liberação e o alicerce de nossa segurança interior."
(Albert Einstein)
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Não se preocupe. Há duas coisas que podem preocupar: Ser você bem sucedido, ou ser mal sucedido. Se for bem sucedido, Não há motiv...