O que leva uma pessoa a ser intolerante a uma convivência respeitosa com outrem?

 A intolerância entre pessoas pode ser atribuída a uma complexa interação de fatores psicológicos, sociais e culturais. Quando se trata de crenças religiosas, racismo ou xenofobia, algumas das principais causas incluem:

1. Falta de Conhecimento: A ignorância sobre outras culturas e crenças pode levar a mal-entendidos e a generalizações negativas. Quando as pessoas não têm contato direto com a diversidade, tendem a confiar em estereótipos que alimentam a intolerância.

2. Medo do Desconhecido: A diferença pode gerar medo, que muitas vezes se traduz em hostilidade. A intolerância pode ser uma forma de defesa contra o que é percebido como ameaçador ou diferente, levando a uma busca por identidade e pertencimento dentro de um grupo homogêneo.

3. Condicionamento Social e Familiar: As crenças e atitudes são frequentemente moldadas pela educação e pelo ambiente em que a pessoa cresce. Se uma criança é exposta a discursos de ódio ou preconceito, é provável que esses conceitos se enraízem em sua visão de mundo.

4. Necessidade de Controle e Poder: A intolerância pode ser uma forma de afirmar domínio sobre o "outro". Grupos que se sentem ameaçados em sua posição social ou econômica podem adotar posturas intolerantes como uma forma de se proteger e manter seu status.

5. Identidade e Pertencimento: A necessidade de se identificar com um grupo pode levar à exclusão de outros. A intolerância pode surgir como uma maneira de reforçar a coesão interna de um grupo, criando um "nós" em oposição a "eles".

6. Influência da Mídia e Líderes de Opinião: A forma como a mídia retrata certos grupos pode exacerbar a intolerância. Líderes que promovem discursos que dividem ou que estigmatizam certos grupos podem aumentar a hostilidade e o preconceito.

7. Fatores Psicológicos: A psicologia individual também desempenha um papel. Pessoas com baixa autoestima ou que enfrentam inseguranças podem projetar suas frustrações em grupos minoritários, vendo neles um alvo para suas frustrações.

Para combater a intolerância, é essencial promover a educação, o diálogo intercultural e a empatia. O entendimento das diferenças pode ajudar a desmantelar preconceitos e construir uma sociedade mais inclusiva e respeitosa.

Obs. Eu trabalho como produtor de conteúdo no seguimento de auto-ajuda e desenvolvimento pessoal. Tenho um canal do Youtube denominado HENRIMOTIVAR, se quiser conhecê-lo, clique no link: www.youtube.com/@motivasempre-b9s

  

Além da Morte.

Cumprida mais uma jornada na terra, seguem os espíritos para a pátria espiritual, conduzindo a bagagem dos feitos acumulados em suas existências físicas.

Aportam no plano espiritual, nem anjos, nem demônios. São homens, almas em aprendizagem despojadas da carne. São os mesmos homens que eram antes da morte.

A desencarnação não lhes modifica hábitos, nem costumes. Não lhes outorga títulos, nem conquistas. Não lhes retira méritos, nem realizações.

Cada um se apresenta após a morte como sempre viveu. Não ocorre nenhum milagre de  transformação, para aqueles que atingem o grande porto. Raros são aqueles que despertam com a consciência livre, após a inevitável travessia.

A grande maioria, vinculada de forma intensa às sensações da matéria, demora-se infeliz, ignorando a nova realidade. Muitos agem como turistas confusos em  visita à grande cidade, buscando incessantemente endereços que não  conseguem localizar.

Sentem a alma visitada por aflições e remorsos,  receios e ansiedades. Se refletissem um pouco perceberiam que a vida prossegue sem grandes modificações.

Os escravos do prazer prosseguem inquietos. Os servos do ódio demoram se em aflição. Os companheiros da ilusão  permanecem enganados. Os aficionados da mentira dementam-se  sob imagens desordenadas. Os amigos da ignorância continuam perturbados.

Além disso, a maior parte dos seres não é capaz de perceber o apoio dispensado pelos espíritos superiores.  Sim, porque mesmo os seres mais infelizes e voltados ao mal não são esquecidos ou abandonados pelo auxílio divino.

Em toda parte e sem cessar, amigos espirituais amparam todos os seus irmãos, refletindo a paternal providência divina. Morrer, longe de ser o descansar nas mansões celestes ou o expurgar sem remissão nas zonas infelizes, é,  pura e simplesmente, recomeçar a viver.

A morte a todos aguarda. Preparar-se para tal acontecimento é tarefa inadiável. Apenas as almas esclarecidas e experimentadas na batalha redentora, serão capazes de transpor a barreira do túmulo e caminhar em liberdade.

A reencarnação é uma bendita oportunidade de evolução. A matéria em que nos encontramos imersos, por ora, é abençoado campo de luta e de aprimoramento pessoal. Cada dia de que dispomos na carne é  nova chance de recomeço.

Tal benefício deve ser aproveitado para aquisição dos verdadeiros valores que resistem à própria morte.  Na contabilidade divina a soma de ações nobres anula a coletânea equivalente de atos indignos. Todo amor dedicado ao próximo, em serviço educativo à humanidade, é degrau de ascensão.

Quando o véu da morte fechar os nossos olhos nesta existência, continuaremos vivendo, em outro plano e em condições diversas. Estaremos, no entanto, imbuídos dos mesmos  defeitos e das mesmas qualidades que nos movimentavam antes do transe da morte.

A adaptação a essa nova realidade dependerá da forma como nos tivermos preparado para ela. Semeamos a partir de hoje a colheita de venturas, ou de desdita do amanhã.

Texto ditado pelo Espírito de: Otília Gonçalves.

Psicografia de: Divaldo Pereira Franco

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A verdadeira Religião...

 

E assim disse Jesus ao se referir sobre a fé e a verdadeira Religião, segundo excerto de:  O Livro de Urantia:

“Eu vos convoquei a nascer de novo, a nascer do espírito. Eu vos tirei das trevas do autoritarismo, da letargia da tradição, para a luz transcendente da realização da possibilidade de fazerdes, para vós próprios, a maior descoberta que é possível à alma humana realizar — a experiência superna de encontrar Deus para vós próprios, dentro de vós próprios e por vós próprios; e de fazerdes a tudo isso, como um acontecimento na vossa própria experiência pessoal. E, assim, podereis passar da morte para a vida, do autoritarismo da tradição para a experiência de conhecer a Deus; assim vós passareis das trevas à luz, de uma fé racial herdada a uma fé pessoal conquistada pela experiência real. E, por meio disso, ireis progredir, de uma teologia da mente, passada a vós pelos vossos ancestrais, a uma verdadeira religião do espírito, que será edificada nas vossas almas como um dom eterno.”

 A verdadeira religião é o ato de uma alma individual, nas suas relações conscientes com o Criador; a religião organizada é a tentativa de socializar o ato da adoração do homem religioso individual.

 A adoração — a contemplação do espiritual — deve alternar-se com o serviço, o contato com a realidade material. O trabalho deveria alternar-se com a diversão; a religião deveria ser equilibrada pelo humor. A filosofia profunda deveria receber o alívio da poesia rítmica. A tensão de viver — a tensão da personalidade no tempo — deveria ser afrouxada, no descanso da adoração. Os sentimentos de insegurança que advêm do medo do isolamento da personalidade no universo deveriam receber o antídoto que é a contemplação, na fé, do Pai, e que é a tentativa de realização e compreensão do Supremo.

A prece é destinada a tornar o homem menos pensativo e mais realizador; ela não se destina a fazer o conhecimento crescer, mas antes a expandir o discernimento.

 As religiões do mundo têm duas origens — a natural e a da revelação — em qualquer época e em meio a qualquer povo, podem ser encontradas três formas distintas de devoção religiosa. E estas três manifestações do impulso religioso são:

 1. A religião primitiva. O impulso seminatural e instintivo de temer as energias misteriosas e de adorar as forças superiores; principalmente em uma religião da natureza física; é a religião do medo.

 2. A religião da civilização. Os conceitos e as práticas religiosas, em avanço, das raças civilizadas — a religião da mente — , a teologia intelectual cuja autoridade é a tradição religiosa já preestabelecida.

 3. A verdadeira religião — a religião da revelação. A revelação dos valores supranaturais, uma visão com um discernimento parcial das realidades eternas, um vislumbre da bondade e da beleza do caráter infinito do Pai no céu — a religião do espírito, tal como fica demonstrada na experiência humana.

 O Mestre recusou-se a depreciar a religião dos sentidos físicos e dos medos supersticiosos do homem natural, embora deplorasse o fato de que tanto dessa forma primitiva de adoração perdurasse nas formas de religiões das raças mais inteligentes da humanidade. Jesus deixou claro que a grande diferença entre a religião da mente e a religião do espírito é que, enquanto a primeira é sustentada pela autoridade eclesiástica, a última é totalmente baseada na experiência humana.

 Jesus ensinou repetidamente aos seus apóstolos que nenhuma civilização poderia sobreviver por muito tempo à perda do melhor na sua religião. E ele nunca se cansou de apontar aos doze o grande perigo de se aceitar símbolos e cerimônias religiosas em lugar da experiência religiosa. Toda a sua vida terrena foi devotada consistentemente à missão de reaquecer as formas congeladas de religião, emprestando-lhes as liberdades líquidas da filiação esclarecida.

 Eles aprenderam que, quando a religião tem motivos totalmente espirituais, ela faz toda a vida melhor e mais digna de ser vivida, preenchendo-a com propósitos elevados, dignificando-a com valores transcendentes, inspirando-a com motivos magníficos e, ao mesmo tempo, confortando a alma humana com uma esperança sublime e sustentadora. A verdadeira religião destina-se a diminuir as forças extenuantes da existência; ela libera a fé e a coragem para a vida cotidiana e para o serviço não-egoísta. A fé fomenta a vitalidade espiritual e a fecundidade da retidão.

 Texto baseado nos excertos extraído de: O Livro de Urantia.

Obs. Eu trabalho como produtor de conteúdo no seguimento de auto-ajuda e desenvolvimento pessoal. Tenho um canal do Youtube denominado HENRIMOTIVAR, se quiser conhecê-lo, clique no link: www.youtube.com/@motivasempre-b9s

 

 

Motivação para a Vida!

Talvez você esteja preocupado demais, desanimado com essa ou aquela situação. Vivendo sob grande tensão. Sem saber por onde ir ou como fazer...