“Todo conhecimento é teórico, toda compreensão é prática”.
O conhecimento fornece o fundamento, a fim de que o homem não perca o rumo da sua realização;ele normalmente é transmitido. A compreensão é a base da realização e deve ser sentida.
Acreditar que o conhecimento e a compreensão são elementos fundamentais da constituição e evolução do homem é uma questão de conscientização, já que implica na exclusão de outros elementos que nada mais são do que “pesos” atuando como empecilhos de seu desenvolvimento.
A conscientização é lenta e necessita ser exercitada. Tudo o que o homem precisa fazer é buscá-la ardentemente com seu coração, sede da compreensão, e executá-la com sua inteligência, sede do conhecimento. Esse comportamento, um tanto ideal nos dias de hoje, coloca o homem em harmonia com as forças e leis cósmicas, o que basta para que as energias do mundo espiritual atuem e transforme todo o seu ser interior. Quanto maior a conscientização, maior a transformação. O homem, então, semelhante a seu Criador, passará a sentir a necessidade de transbordar essa energia, ativando em outros seres humanos o mesmo processo, que podemos chamar de “cura espiritual”. O trabalho passa então a atuar como uma pedra lançada num lago, propagando-se de conscientização em conscientização.
(Texto extraído do site: www.sca.org.br)
Forjando a armadura.
Digo não a submeter-me ao medo
Que me tira a alegria de minha liberdade
Que não me deixa arriscar nada,
Que me torna pequeno e mesquinho,
Que me amarra,
Que não me deixa ser direto e franco,
Que me persegue,
Que ocupa negativamente a minha imaginação,
Que sempre pinta visões sombrias.
No entanto, não quero levantar barricadas por medo do medo.
Quero viver, não quero encarcerar-me.
Não quero ser amigável por ter medo de ser sincero.
Quero pisar firme porque estou seguro,
não para encobrir meu medo.
E quando me calo, quero fazê-lo por amor, não
por temer as conseqüências de minhas palavras.
Não quero acreditar em algo só pelo medo de não acreditar.
Não quero filosofar por medo de que algo possa atingir-me de perto.
Não quero dobrar-me só porque tenho medo de não ser amável.
Não quero impor algo aos outros pelo medo
de que possam impor algo a mim;
Por medo de errar, não quero tornar-me inativo.
Não quero fugir de volta para o velho, para o inaceitável,
por medo de não me sentir seguro novamente.
Não quero fazer-me de importante porque tenho
medo de ser, caso contrário, ignorado.
Por convicção e amor quero fazer o que faço e
deixar de fazer o que deixo de fazer.
Do medo quero arrancar o domínio e dá-lo ao Amor.
E quero crer no reino que existe em mim.
(Rudolf Steiner)Fonte: www.filosofiaesoterica.com
Que me tira a alegria de minha liberdade
Que não me deixa arriscar nada,
Que me torna pequeno e mesquinho,
Que me amarra,
Que não me deixa ser direto e franco,
Que me persegue,
Que ocupa negativamente a minha imaginação,
Que sempre pinta visões sombrias.
No entanto, não quero levantar barricadas por medo do medo.
Quero viver, não quero encarcerar-me.
Não quero ser amigável por ter medo de ser sincero.
Quero pisar firme porque estou seguro,
não para encobrir meu medo.
E quando me calo, quero fazê-lo por amor, não
por temer as conseqüências de minhas palavras.
Não quero acreditar em algo só pelo medo de não acreditar.
Não quero filosofar por medo de que algo possa atingir-me de perto.
Não quero dobrar-me só porque tenho medo de não ser amável.
Não quero impor algo aos outros pelo medo
de que possam impor algo a mim;
Por medo de errar, não quero tornar-me inativo.
Não quero fugir de volta para o velho, para o inaceitável,
por medo de não me sentir seguro novamente.
Não quero fazer-me de importante porque tenho
medo de ser, caso contrário, ignorado.
Por convicção e amor quero fazer o que faço e
deixar de fazer o que deixo de fazer.
Do medo quero arrancar o domínio e dá-lo ao Amor.
E quero crer no reino que existe em mim.
(Rudolf Steiner)Fonte: www.filosofiaesoterica.com
Retorno a casa do Pai.
É hora de partir, meus irmãos, minhas irmãs
Eu já devolvi as chaves da minha porta
E desisto de qualquer direito à minha casa.
Fomos vizinhos durante muito tempo
E recebi mais do que pude dar.
Agora vai raiando o dia
E a lâmpada que iluminava o meu canto escuro
Apagou-se.
Veio a intimação e estou pronto para a minha jornada.
Não indaguem sobre o que levo comigo.
Sigo de mãos vazias e o coração confiante.
(Rabindranath Tagore)
Fonte: www.pensador.uol.com.br
Eu já devolvi as chaves da minha porta
E desisto de qualquer direito à minha casa.
Fomos vizinhos durante muito tempo
E recebi mais do que pude dar.
Agora vai raiando o dia
E a lâmpada que iluminava o meu canto escuro
Apagou-se.
Veio a intimação e estou pronto para a minha jornada.
Não indaguem sobre o que levo comigo.
Sigo de mãos vazias e o coração confiante.
(Rabindranath Tagore)
Fonte: www.pensador.uol.com.br
Trecho do Livro "Imitação de Cristo"
"Cada homem naturalmente desejaria saber de que vale o conhecimento sem o temor de Deus.
Com certeza, um humilde agricultor que serve a Deus é melhor do que um orgulhoso filósofo que estuda o curso dos céus e negligencia a si mesmo...
Quanto maior for o seu conhecimento, mais grave será o seu julgamento, a não ser que sua vida também seja a mais santa.
Portanto, não se envaideça, mas antes tema o conhecimento que lhe foi dado.
Se julga que sabe muito, lembre-se que existe muita coisa que desconhece.
Ninguém sabe como e quanto poderá progredir ao fazer o bem".
Tomás de Kempis, em seu livro, Imitação de Cristo)
CORAÇÃO ESPIRITUAL - O LAR DA LUZ
O coração espiritual não é lugar de descargas emocionais.
Pelo contrário, é o lar do habitante sutil. É a casa secreta do espírito.
No entanto, há muito tempo o ser humano vem conspurcando esse templo interno.
E, ao submeter-se à influência de suas emoções densas, ele permite que outras consciências, extrafísicas, também carentes de sentimentos nobres, se conectem às suas energias, instalando em sua aura*, então, os processos de vampirismo psíquico.
Urge que o habitante terrícola exonere-se das emoções conflitantes de sua vida.
Pois, sem equilíbrio emocional, o coração do homem se torna “terra de ninguém”.
Mais do que nunca, é essencial meditar nos ensinamentos do meigo Jesus, que exaltava aos homens o cuidado com a qualidade de seus pensamentos e ações.
Não foi à toa que Ele disse, “orai e vigiai!”
Orar é conectar-se ao Alto, em espírito e verdade.
E vigiar significa manter a casa mental em ordem e o coração limpo.
O homem é muito mais do que pensa. É espírito. É centelha divina na carne.
E há um tesouro de luz em seu Ser.
Portanto, urge que cada um descerre o véu do mistério que encobre a riqueza que o Grande Arquiteto Do Universo deixou em seu coração.
Que o Amor dissolva as brumas das ilusões. E que a consciência desperte!
Porque o coração não é lugar de coisas ruins. Não, não!
É o centro do espírito. E é o lar da Luz.
Paz e Luz.
- Ramael -
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – São Paulo, 12 de agosto de 2010.)
Pelo contrário, é o lar do habitante sutil. É a casa secreta do espírito.
No entanto, há muito tempo o ser humano vem conspurcando esse templo interno.
E, ao submeter-se à influência de suas emoções densas, ele permite que outras consciências, extrafísicas, também carentes de sentimentos nobres, se conectem às suas energias, instalando em sua aura*, então, os processos de vampirismo psíquico.
Urge que o habitante terrícola exonere-se das emoções conflitantes de sua vida.
Pois, sem equilíbrio emocional, o coração do homem se torna “terra de ninguém”.
Mais do que nunca, é essencial meditar nos ensinamentos do meigo Jesus, que exaltava aos homens o cuidado com a qualidade de seus pensamentos e ações.
Não foi à toa que Ele disse, “orai e vigiai!”
Orar é conectar-se ao Alto, em espírito e verdade.
E vigiar significa manter a casa mental em ordem e o coração limpo.
O homem é muito mais do que pensa. É espírito. É centelha divina na carne.
E há um tesouro de luz em seu Ser.
Portanto, urge que cada um descerre o véu do mistério que encobre a riqueza que o Grande Arquiteto Do Universo deixou em seu coração.
Que o Amor dissolva as brumas das ilusões. E que a consciência desperte!
Porque o coração não é lugar de coisas ruins. Não, não!
É o centro do espírito. E é o lar da Luz.
Paz e Luz.
- Ramael -
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – São Paulo, 12 de agosto de 2010.)
A voz dos animais...
São tantos deuses, são tantas crenças,
Tantos caminhos, tão sinuosos,
Mas só a arte de ser bondosos
É que nos falta em nosso planeta.
Eu sou a voz dos que não têm voz;
Por mim os mudos hão de falar;
Até o mundo tão surdo ouvir
O grito dos fracos, dos sem lugar.
Das ruas, das gaiolas, dos cercados,
Das selvas e estábulos, os gemidos
Vindos dos meus irmãos revelam o crime
Dos poderosos contra os desvalidos
É o amor a genuína religião,
E a mais sublime lei é o amor;
E o toque do tempo fará morrer
Tudo o que se criar no desamor.
Que se envergonhem as mães mortais
Que jamais pensaram em ensinar
A tristeza que há nos olhos mudos,
A tristeza que não pode falar.
Seja o pardal, homem — rei —que seja
Foram criados por um poder apenas;
O deus do todo, alma viva concedeu
A tudo o que tem pelo e que tem penas
E sou o protetor do meu irmão,
E seu combate, este eu vou travar;
De bicho e ave, as palavras eu direi
Até que o mundo venha a se aprumar.
Sim, somos a voz dos que não têm voz;
Por nós, os mudos hão de falar;
Até o mundo tão surdo ouvir
O grito dos fracos, dos sem lugar.
Obrigado.(Ella Wheeler Wilcox)
Tantos caminhos, tão sinuosos,
Mas só a arte de ser bondosos
É que nos falta em nosso planeta.
Eu sou a voz dos que não têm voz;
Por mim os mudos hão de falar;
Até o mundo tão surdo ouvir
O grito dos fracos, dos sem lugar.
Das ruas, das gaiolas, dos cercados,
Das selvas e estábulos, os gemidos
Vindos dos meus irmãos revelam o crime
Dos poderosos contra os desvalidos
É o amor a genuína religião,
E a mais sublime lei é o amor;
E o toque do tempo fará morrer
Tudo o que se criar no desamor.
Que se envergonhem as mães mortais
Que jamais pensaram em ensinar
A tristeza que há nos olhos mudos,
A tristeza que não pode falar.
Seja o pardal, homem — rei —que seja
Foram criados por um poder apenas;
O deus do todo, alma viva concedeu
A tudo o que tem pelo e que tem penas
E sou o protetor do meu irmão,
E seu combate, este eu vou travar;
De bicho e ave, as palavras eu direi
Até que o mundo venha a se aprumar.
Sim, somos a voz dos que não têm voz;
Por nós, os mudos hão de falar;
Até o mundo tão surdo ouvir
O grito dos fracos, dos sem lugar.
Obrigado.(Ella Wheeler Wilcox)
NEM LUTO, NEM DRAMAS... SÓ ESTRELAS!
(Quando o Amor faz a dor ir embora...)
Ah, meu amigo!
Ninguém morre...
É só a vida que sorri em outro plano.
Os sentidos do corpo não registram quase nada.
Muito menos a totalidade do universo e seus desdobramentos.
Há coisas que não se vêem, só se sentem...
O Invisível é tão real quanto o visível.
Mas só o coração é que sabe disso.
Por isso, ele compreende o mistério...
Há canções que não se escutam com os ouvidos.
E toques que não são físicos.
Ah, quem é capaz de medir ou pesar um sentimento?
Muitos sentem saudades e vão aos cemitérios.
Mas há outros que olham para cima...
Porque sentem que o lar espiritual é o mesmo das estrelas.
Alguns olham fotos e choram, por um passado que não volta.
No entanto, outros olham para frente, e seguem...
Porque eles sentem algo a mais...
Ah, isso não se explica...
Porque é toque do Invisível no coração.
E faz olhar para cima, com os olhos brilhando.
Saudade não tem idade; nem nenhum espírito.
Sete palmos de terra não seguram o que é sutil.
Ah, a vida canta em tantos lugares...
E quem pode afirmar que só tem vida aqui?
O cadáver se dissolve no solo; a consciência, não.
O que é da Terra retorna para Ela; o que é das estrelas volta para elas...
A canção dos astros retumba por todas as esferas...
Mas só o coração escuta, e se encanta.
Porque, mesmo olhando para um túmulo, ele só vê estrelas.
Muitas vezes, a dor de uma perda faz tudo ficar sombrio.
Então, do Invisível descem toques sutis e amigos.
Que, de alguma maneira, sempre chegam a quem precisa.
Não são toques físicos, nem podem ser pesados ou medidos.
São como os sentimentos. Quem pode explicá-los?
Nas ondas do amor, desaparecem as tumbas, e só se vê estrelas.
E a dor se vai... E as flores ficam tão lindas.
E aí, não dá mais para colocá-las sobre uma tumba.
Dá vontade de oferecê-las para outro coração, pela vida.
Dá vontade de fazer algo bom, em homenagem a quem partiu.
E o luto se vai... Na vida, que sempre chama.
E isso não se explica, só se sente.
A vida pulsa em todos os planos...
E quem ama sabe disso.
Porque seu coração escuta o som das esferas.
Ah, meu caro!
Ninguém morre...
É só a vida que segue cantando, por aí...
Nada de tumbas ou dramas.
A vida é maior do que isso.
E sempre segue, na Terra, ou no Astral, e mais além...
(IPPB - Wagner Borges)
Ah, meu amigo!
Ninguém morre...
É só a vida que sorri em outro plano.
Os sentidos do corpo não registram quase nada.
Muito menos a totalidade do universo e seus desdobramentos.
Há coisas que não se vêem, só se sentem...
O Invisível é tão real quanto o visível.
Mas só o coração é que sabe disso.
Por isso, ele compreende o mistério...
Há canções que não se escutam com os ouvidos.
E toques que não são físicos.
Ah, quem é capaz de medir ou pesar um sentimento?
Muitos sentem saudades e vão aos cemitérios.
Mas há outros que olham para cima...
Porque sentem que o lar espiritual é o mesmo das estrelas.
Alguns olham fotos e choram, por um passado que não volta.
No entanto, outros olham para frente, e seguem...
Porque eles sentem algo a mais...
Ah, isso não se explica...
Porque é toque do Invisível no coração.
E faz olhar para cima, com os olhos brilhando.
Saudade não tem idade; nem nenhum espírito.
Sete palmos de terra não seguram o que é sutil.
Ah, a vida canta em tantos lugares...
E quem pode afirmar que só tem vida aqui?
O cadáver se dissolve no solo; a consciência, não.
O que é da Terra retorna para Ela; o que é das estrelas volta para elas...
A canção dos astros retumba por todas as esferas...
Mas só o coração escuta, e se encanta.
Porque, mesmo olhando para um túmulo, ele só vê estrelas.
Muitas vezes, a dor de uma perda faz tudo ficar sombrio.
Então, do Invisível descem toques sutis e amigos.
Que, de alguma maneira, sempre chegam a quem precisa.
Não são toques físicos, nem podem ser pesados ou medidos.
São como os sentimentos. Quem pode explicá-los?
Nas ondas do amor, desaparecem as tumbas, e só se vê estrelas.
E a dor se vai... E as flores ficam tão lindas.
E aí, não dá mais para colocá-las sobre uma tumba.
Dá vontade de oferecê-las para outro coração, pela vida.
Dá vontade de fazer algo bom, em homenagem a quem partiu.
E o luto se vai... Na vida, que sempre chama.
E isso não se explica, só se sente.
A vida pulsa em todos os planos...
E quem ama sabe disso.
Porque seu coração escuta o som das esferas.
Ah, meu caro!
Ninguém morre...
É só a vida que segue cantando, por aí...
Nada de tumbas ou dramas.
A vida é maior do que isso.
E sempre segue, na Terra, ou no Astral, e mais além...
(IPPB - Wagner Borges)
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Talvez você esteja preocupado demais, desanimado com essa ou aquela situação. Vivendo sob grande tensão. Sem saber por onde ir ou como fazer...
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Obs. Eu trabalho como produtor de conteúdo no seguimento de auto-ajuda e desenvolvimento pessoal. Tenho um canal do Youtube denominado HEN...
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Não se preocupe. Há duas coisas que podem preocupar: Ser você bem sucedido, ou ser mal sucedido. Se for bem sucedido, Não há motiv...