Observando opiniões nas redes sociais, podemos diagnosticar uma grande discrepância no entendimento e discernimento das pessoas em relações aos assuntos do cotidiano e podemos concluir que a maioria das pessoas seguem a manada. Poucos são os que se atrevem a dar uma opinião com subsídios de conhecimento e contra pontos que contestam o senso comum, com o devido valor de conhecimento dos fatos.
A questão que estou querendo
colocar é que: a Verdade Absoluta e inquestionável é que Deus existe, que Ele
criou tudo e todos e que tudo está em Deus. Assim, qualquer outra “verdade” é
passível de contestação, pois tudo vai depender do conhecimento e argumento de
quem está afirmando ou negando qualquer fato.
Albert Einstein, tem uma frase
que define bem o que expus no parágrafo acima: “Tudo aquilo que o homem ignora,
não existe para ele. Por isso o universo de cada um, se resume ao tamanho de
seu saber”.
A maioria da humanidade, vive ou
melhor sobrevive na mera ignorância, fascinado com as ilusões que a vida
moderna lhes oferece, portanto, não questionam nem duvidam de qualquer besteira
que lhes são oferecidas como “verdades” o que em realidade são meras narrativas
colocadas com o intuito de controle social.
Para exemplificar o que estou tentando esclarecer, nada melhor que lermos
o Mito da Caverna,
onde Platão descreve um grupo de prisioneiros acorrentados em
uma caverna desde o nascimento, com suas cabeças voltadas para a
parede do fundo. Eles nunca viram o mundo exterior e acreditam que as sombras
projetadas na parede pelas figuras que passam são a única realidade. O
mito simboliza a jornada do homem em busca da verdade e do conhecimento. Os
prisioneiros representam a condição humana de ignorância e ilusão, presos em
uma realidade superficial e enganosa. O prisioneiro que é libertado e se eleva
acima da caverna representa o sábio/filósofo que busca a verdade além das
aparências e das convenções sociais.
Essa alegoria destaca a
importância do questionamento, da reflexão crítica e da busca por conhecimento
para alcançar uma compreensão mais profunda da realidade. Ela nos convida a
questionar nossas percepções e crenças, e a nos libertarmos das limitações
impostas pela sociedade e pela ignorância, em busca de uma verdade mais
essencial e significativa.
Ou seja, sair das amarras do
condicionamento de uma realidade relativa, onde fica mais fácil aderir do que
questionar, porque, o aprendizado e o conhecimento requerem esforço e trabalho
árduo, e é menos trabalhoso deixar que os outros pensem e decidam por nós.
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